Defendemos que os mercados de bens e serviços devem ganhar competência, transparência e eficiência.
Defendemos que o Governo deve renunciar a exercer um papel tutelar ou planificador da economia, deixando ao mercado a responsabilidade de tomar as decisões. O peso do sector público deve diminuir em percentagem do Produto Interno Bruto.
Com menos intervencionismo público a economia funcionará melhor e será capaz de criar mais emprego.
Devem ser abertos e liberalizados mercados que tradicionalmente têm estado controlados por monopolistas públicos. A abertura real dos mercados às competências do mercado irão trazer importantes reduções de preços com os correspondentes benefícios para os consumidores (aqui devemos realçar a importância da existência de entidades reguladoras para alguns sectores de actividade e da própria Autoridade da Concorrência, de modo a que existam reais garantias de livre concorrência e de defesa dos interesses dos consumidores, para isso nestas estruturas devem existir uma maior celeridade e transparência nas suas decisões, de modo a que não existam quaisquer dúvidas acerca da sua independência).
Achamos que a criação de emprego é sempre a melhor política social possível, pois proporciona aos cidadãos autonomia, oportunidades de melhoria social e de auto-estima pessoal. Queremos que Portugal alcance um pleno emprego estável e de qualidade.
Consideramos também que são as PME’s o núcleo da actividade empresarial em Portugal e que são a principal fonte na criação de novos empregos. Longe de estarem limitadas a sectores tradicionais, são cada vez mais a origem de muitas das principais inovações tecnológicas e do aumento das exportações. Por isso serão sempre objecto de uma atenção especial na nossa acção.
Devem assim estas empresas assumir o papel de protagonistas da projecção de Portugal no exterior. Novas e melhores políticas de internacionalização são necessárias para se cumprir esse intento.
Pois com o alargamento da União Europeia, Portugal tem que ser capaz de aproveitar as grandes oportunidades que sem dúvida vão surgir deste acontecimento histórico.
Defendemos que o Governo deve renunciar a exercer um papel tutelar ou planificador da economia, deixando ao mercado a responsabilidade de tomar as decisões. O peso do sector público deve diminuir em percentagem do Produto Interno Bruto.
Com menos intervencionismo público a economia funcionará melhor e será capaz de criar mais emprego.
Devem ser abertos e liberalizados mercados que tradicionalmente têm estado controlados por monopolistas públicos. A abertura real dos mercados às competências do mercado irão trazer importantes reduções de preços com os correspondentes benefícios para os consumidores (aqui devemos realçar a importância da existência de entidades reguladoras para alguns sectores de actividade e da própria Autoridade da Concorrência, de modo a que existam reais garantias de livre concorrência e de defesa dos interesses dos consumidores, para isso nestas estruturas devem existir uma maior celeridade e transparência nas suas decisões, de modo a que não existam quaisquer dúvidas acerca da sua independência).
Achamos que a criação de emprego é sempre a melhor política social possível, pois proporciona aos cidadãos autonomia, oportunidades de melhoria social e de auto-estima pessoal. Queremos que Portugal alcance um pleno emprego estável e de qualidade.
Consideramos também que são as PME’s o núcleo da actividade empresarial em Portugal e que são a principal fonte na criação de novos empregos. Longe de estarem limitadas a sectores tradicionais, são cada vez mais a origem de muitas das principais inovações tecnológicas e do aumento das exportações. Por isso serão sempre objecto de uma atenção especial na nossa acção.
Devem assim estas empresas assumir o papel de protagonistas da projecção de Portugal no exterior. Novas e melhores políticas de internacionalização são necessárias para se cumprir esse intento.
Pois com o alargamento da União Europeia, Portugal tem que ser capaz de aproveitar as grandes oportunidades que sem dúvida vão surgir deste acontecimento histórico.
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